terça-feira, janeiro 20, 2004

"Então é assim..."

Então é assim...

Ora vivam.
Um tema que me atormenta ultimamente é o das bengalas. Não o das bengalas própriamente ditas que essas são o amparo indispensável de idosos e coxos de todo o mundo.
Refiro-me às chamadas bengalas linguísticas.
Ele há para todos os gostos. Desde o "hã... hã" do inigualável Luis Filipe Vieira esse mostro da comunicação oral que se tornou presidente do glorioso, passando pelo "na realidade" do treinador leonino Fernando Santos, até ao mero cidadão comum a quem um qualquer inconsciente entrevistador de rua ponha o microfone à disposição.
É sempre a aviar.
Ora, meus caros vizinhos, de todas as bengalas que adornam o discurso comprometendo a sua fluidez, há uma que me consegue irritar solenemente. É o "então é assim..." usado à exaustão antes do início de cada frase.
Porra, vizinhos!... "Então é assim..." ????... Deus me livre!
Nunca pensei que depois de anos de "tájaber" fosse aparecer uma bengala ainda mais irritante do que essa!
Parem lá com isso.
Dassseeee...


Até já, vizinhos.
Vou pra dentro.

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