quinta-feira, janeiro 20, 2005

Desblogueador em grande!

O Nelson Santos do Desblogueador de Conversa publicou este delicioso post acerca da genealogia da Dulce Ferrreira (a tal do "houve pra lá uns tsunamis, e umas coisas"... lembram-se? ).

Se não conheciam ficam a conhecer, e se conheciam aproveitem para reler porque vale a pena! BRILHANTE!

«Dulce Ferreira - pesquisa histórica

Após intensa pesquisa, as equipas de investigação do desBlogueador de conversa foram descobrir, por debaixo de camadas e camadas de poeira e história, os registos de diferentes intervenções públicas de antepassados da nossa mui querida Dulce Ferreira. Fica então o resumo, para a posteridade, da importante colaboração da família Ferreira para a humanidade:
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«Um primo meu telefonou-me a dizer que houve "umas explosões e umas coisas” mas que não é muito mau. E assim até estou contente porque assim posso ver uma série de animais novos, diferentes de tudo o resto. Se calhar levo um para Cascais para fazer companhia à minha Lulu.»
Josefina Ferreira Torres (tia de Dulce), de férias na antiga União Soviética, Abril de 1986

«Os meus tios mandaram-me um telegrama a dizer que cheira um bocadinho a incenso por lá, neste altura, mas de qualquer maneira estou contente porque adoro ver homens em fardas, e disseram-me que lá toda a gente é magrinha, muito elegante. E as riscas horizontais estão tão na moda.»
Isaltina Salazar Ferreira (avó de Dulce), de visita a Auschwitz, em 1943

«Os meus avós, que estão nos Estados Unidos, mandaram-me uma carta a dizer que houve "uns icebergues e umas coisas", mas estava tudo bem. E assim até estou contente, porque sempre posso dizer às minhas amigas que viajei no maior navio do mundo, agora que o outro foi ao fundo.»
Maria Amélia Ferreira (bisavó de Dulce), prestes a embarcar num paquete de luxo para New York, Abril de 1912

«Parece que houve lá uns "vulcões e umas coisas" mas já está tudo bem. Claro que agora já não vou ter todas as condições de férias que iria ter se por acaso não tivesse acontecido nada disto. Por outro lado, estou contente, porque posso sempre ver umas estátuas girissimas que lá existem agora.»
Acefelina Tontulla Ferreira (antepassada de Dulce), no embarque para umas mini-férias à cidade de Pompeia, 79 DC

//bloggado às 13:08 por Nelson Santos »

Até logo, vizinhos.
Vou pra dentro.

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