terça-feira, setembro 29, 2009

Naturaleza Muerta - Mecano

Um poema maravilhoso de José Maria Cano, feito canção.
Mais um dos temas que fizeram dos Mecano um dos melhores grupos POP da década de 80.




No ha salido el sol
y Ana y Miguel
ya prenden llama
Ella sobre el
hombre y mujer
deshacen la cama

Y el mar que esta loco por Ana
prefiere no mirar
Los celos no perdonan
al agua, ni a las algas, ni a la sal.

Al amanecer
ya esta Miguel
sobre su barca
Dame un beso amor
y espera quieta
junto a la playa

Y el mar murmura en su lenguaje:
-!Maldito pescador!
Despidete de ella
no quiero compartir su corazon-


Refrão:

Y llorar, y llorar, y llorar por el
Y esperar, y esperar, y esperar de pie
en la orilla a que vuelva Miguel

Dicen en la aldea
que esa roca blanca es Ana
Cubierta de sal y de coral
espera en la playa

No esperes mas ni#a de piedra
Miguel no va a volver
El mar le tiene preso
por no querer cederle a una mujer

Refrão

Incluso hay gente que asegura
que cuando hay tempestad
las olas las provoca
Miguel luchando a muerte con el mar

Refrão

Y llorar, y llorar, y llorar por el
Y llorar, y llorar y llorar sobre el mar...



Tradução PT:

O Sol mal despontou, mas Ana e Miguel
já ardem de amor.
Ela sobre ele, homem e mulher,
desfazem a cama.
E o Mar que está louco por Ana,
prefere não olhar.
Os céus não perdoam,
nem a água, nem as algas nem o sal.

Ao amanhecer,
Miguel já está no seu barquinho.
"Dê-me um beijo, amor,
e espere-me quieta junto à praia."
E o Mar murmura na sua linguagem,
"Maldito pescador!
Diga adeus a ela,
não quero compartilhar o seu coração!"

E chorar, e chorar, e chorar por ele.
E esperar, e esperar, e esperar de pé
na orla até que Miguel retorne...

Dizem, na aldeia,
que esta rocha branca é Ana.
Coberta de sal e de coral,
ela espera na praia.
Não espere mais, menina de pedra,
Miguel não voltará...
o Mar o tem-o preso
por não querer ceder-lhe uma mulher.

E chorar, e chorar, e chorar por ele.
E esperar, e esperar, e esperar de pé
na orla até que Miguel retorne...

Ainda há gente que assegura
que quanto há tempestade
as ondas são provocadas
por Miguel, lutando a morte com o Mar...

E chorar, e chorar, e chorar por ele.
E esperar, e esperar, e esperar de pé.
E chorar, e chorar
sobre o Mar...



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