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terça-feira, janeiro 04, 2011

COMO DAR UM COMPRIMIDO A UM GATO

Um dos textos mais hilariantes alguma vez publicados no Blog do Vizinho

COMO DAR UM COMPRIMIDO A UM GATO…
 
1.. Pegue no gatinho e aninhe-o no seu braço esquerdo como se segurasse um bebé. Coloque o indicador e o polegar da mão direita nos dois lados da boquinha do bichano e aplique uma suave pressão nas bochechas enquanto segura o comprimido na palma da mão. Quando o amorzinho abrir a boca atire o comprimido lá para dentro. Deixe-o fechar a boquita e engolir. 

 2.. Recupere o comprimido do chão e o gato de detrás do sofá. Aninhe o gato no braço esquerdo e repita o processo. 

3.. Vá buscar o gato ao quarto e deite fora o comprimido meio desfeito. 

  4.. Retire um novo comprimido da embalagem, aninhe o gato no seu braço enquanto lhe segura firmemente as patas traseiras com a mão esquerda. Obrigue o gato a abrir as mandíbulas e empurre o comprimido com o indicador direito até ao fundo da boca. Mantenha a boca do gato fechada enquanto conta até dez. 

 5.. Recupere o comprimido de dentro do aquário e o gato de cima do guarda-fatos. Chame a sua esposa do jardim. 

 6.. Ajoelhe-se no chão com o gato firmemente preso entre os joelhos, segure as patas da frente e de trás. Ignore os rosnados baixos emitidos pelo gato. Peça à sua esposa que segure firmemente a cabeça do gato com uma mão, enquanto força a ponta de uma régua para dentro da boca do gato com a outra. Deixe cair o comprimido ao longo da régua e esfregue vigorosamente o pescoço do gato. 

 7.. Vá buscar o gato ao suporte do cortinado e retire outro comprimido da embalagem. Tome nota para comprar outra régua e reparar as cortinas.
Cuidadosamente varra os cacos das estatuetas e dos vasos do meio da terra e guarde-os para colar mais tarde. 

 8.. Enrole o gato numa toalha grande e peça à sua esposa para se deitar por cima de forma a que apenas a cabeça do gato apareça por debaixo do sovaco. Coloque o comprimido na ponta de uma palhinha de beber, obrigue o gato a abrir a boca e mantenha-a aberta com um lápis. Assopre o comprimido da palhinha para dentro da boca do gato. 

 9.. Leia a literatura inclusa na embalagem para verificar se o comprimido faz mala humanos e beba uma cerveja para retirar o gosto da boca. Retire um novo comprimido da embalagem. Faça um curativo no antebraço da sua esposa e remova as manchas de sangue da carpete com o auxílio de água fria e de sabão. 

 10.. Retire o gato do barracão do vizinho. Vá buscar outro comprimido. Abra outra cerveja. Coloque o gato dentro do armário e feche a porta até ao pescoço por forma a que apenas a cabeça fique de fora. Force a abertura da boca do gato com uma colher de sobremesa. Utilize  um elástico como fisga para atirar o comprimido pela garganta do gato abaixo.
 
11.. Vá buscar uma chave de fendas à garagem e coloque a porta do armário de novo nos eixos. Beba a cerveja. Vá buscar uma garrafa de whisky. Encha um copo e beba. Aplique uma compressa fria na bochecha e verifique a data de quando apanhou a última vacina contra o tétano. Aplique compressas de whisky na bochecha para desinfectar. Beba mais um copo. Atire a T-Shirt fora e vá buscar uma nova ao quarto.
 
12.. Telefone aos bombeiros para ir buscar o cabrão do gato de cima da árvore do outro lado da rua. Peça desculpas ao vizinho que se estampou contra a vedação enquanto tentava desviar-se do gato em fuga. Retire o último comprimido de dentro da embalagem.
 
13.. Amarre as patas de frente às patas de trás do filho da puta do gato com a mangueira do jardim e, de seguida, prenda-o firmemente à perna da mesa da sala de jantar. Vá buscar as luvas de couro para a jardinagem à garagem. Empurre o comprimido para dentro da boca da besta seguido de um grande pedaço de carne. Seja suficientemente bruto, segure a cabeça do corno na vertical e despeje-lhe um litro de água pela goela a baixo para que o comprimido desça.
 
14.. Beba o restante whisky. Peça à sua esposa que o conduza às urgências do hospital e sente-se muito quieto enquanto o médico lhe cose os dedos e o antebraço, e lhe remove os restos do comprimido de dentro do seu olho direito. A caminho de casa contacte a loja das mobílias para encomendar uma nova mesa de jantar.
 
15.. Trate de tudo para que a protectora dos animais venha buscar o cabrão do gato mutante fugido do inferno. Telefone para a loja de animais e pergunte se têm tartaruguinhas.


Até logo, vizinhos. Vou pra dentro afagar o meu gatinho.
(atenção, eu disse afAgar... diferente de afOgar!)

sábado, agosto 14, 2010

Pedófilos on-line



Tempo de sobra, hormonas que se agigantam. E um computador cheio de promessas. Está lá tudo. O bom e o mau. Os pais ficam descansados, convencidos de que os perigos andam na rua. Esquecem-se de que já cabem no quarto - geralmente fechado - de um adolescente. Esta é a primeira geração que pode descobrir o mundo sem sair de casa - na aldeia global.
- "Oi. Teclas?"
- "Ok. Cm xamas?"
- "António. Tu?"
- "Diana."
- "És mt gira!"
Parece conversa inocente - entediante, até -, mas é o início mais banal de um abuso sexual do século XXI. A escolha começa nos perfis em sites sociais como o Hi5 ou o MySpace e passa para a troca de mensagens instantâneas como o messenger (MSN).
Logo vem o elogio que reforça a auto-estima, sempre em linguagem abreviada para entrar na onda juvenil. Depois, oferece-se compreensão sobre as dificuldades de relacionamento com os pais. E qual é o adolescente que as não tem? Seguem-se novos elogios e pedidos para se conhecerem melhor.
Introduzem-se palavras menos inocentes, como "virgindade", "sexo" ou "pénis" para ver a reacção. Continua o interesse. Trocam-se umas fotos (as deles geralmente falsas), elas percebem que o "amigo" é um pouco mais velho, mas até ficam orgulhosas com a conquista. Além disso, já lá vão umas semanas e começam a gostar daquela companhia.
Não tarda muito e a webcam está ligada para trocar intimidades. À distância custa menos e pode ser uma forma de aprender alguma coisa para quando, finalmente, se tiver um namorado "a sério". Na altura em que o virtual começa a insistir num encontro real, é tarde de mais para recuar. "Se não vens ter comigo, ponho as tuas fotos nua na Internet!"
O jovem tinha, afinal, 52 anos. Era tudo falso. Tudo menos as ameaças. Foi assim com Diana. Foi assim com mais de duas dezenas de adolescentes portugueses, em 2008. Dez investigados na Judiciária do Porto, oito na de Lisboa e um na da Madeira.

*Em flagrante*
Diana é, de facto, gira. Mas precisa que lho digam. Alta e esguia, cabelo longo, com corte moderno, disfarça mal a timidez. Não parece ter apenas 13 anos. Talvez a experiência de vida - forçada - do Verão passado lhe tenha amadurecido as feições.
Olhando para trás, havia indícios de história por contar. Mas também podia ser o retrato de milhões de adolescentes. Porta do quarto sempre fechada, atrasos permanentes à hora da refeição para poder estar mais um bocadinho a teclar, telemóvel debaixo da mesa a enviar mensagens.
Naquela noite de lágrimas, a mãe, técnica comercial, de 39 anos, percebeu que não era só uma fase. Desculpou-se perante as visitas e fechou-se no quarto com a filha. "Então, conta lá." Ainda foi preciso ir buscar um copo de água para acalmar choro e soluços. Só faltava pôr cara de mãe paciente e compreensiva para o que pensava ser "mais um drama de adolescente".
Um amigo na Net. Nada de mais. Uma foto nua. Ainda não estava impressionada. "Há tantas. Não sou moralista." Chantagem para um encontro de sexo... A filha começava a ficar aliviada e a mãe a afligir-se. "Esse tipo é um parvalhão, mas não vai ter sorte nenhuma connosco!", conseguiu dizer.
Inquietude de mãe não tem horas. Embora fosse já de madrugada, alguns amigos ainda receberam telefonemas. Denunciar o caso à Polícia Judiciária era o conselho inevitável. Na manhã seguinte, já tudo estava a andar. Diana tinha instruções para esperar que o chantagista voltasse a contactá-la e combinar o temido encontro. Ia fazer de isco para a PJ apanhar o pedófilo em flagrante.
"Mãe! Ele está no messenger. O que faço?", grita Diana. "Empata-o!" Era preciso dar tempo para ligar à PJ. Ele repete a ameaça: "Tem de ser hoje, senão já sabes. Os teus amigos vão ficar todos a saber!" Ela concorda. Ele propõe encontro em local demasiado movimentado. Por indicação dos inspectores, ela inventa que não consegue lá chegar. Acorda-se outro local, público, mas de maior visibilidade, na área da Grande Lisboa.
A mãe de Diana não sabe bem como passou aquela hora em que estava obrigada a esperar por notícias em casa. "Não é a fugir que apanhamos tipos destes. Aceitei, porque confio na PJ", afirma. A jovem adolescente recusa-se a falar mais no assunto. Mas este é o único caso em que a polícia foi chamada a intervir antes do mal feito.

*Troféus filmados*
Fingindo que fazia o percurso de transportes públicos, Diana foi respondendo aos sms do homem que, poucas semanas antes, parecia o seu melhor amigo. No local combinado, não foi muito difícil à polícia identificar alguém que, apesar dos mais de 50 anos, estava sempre com o polegar no telemóvel.
Tudo indica que outras meninas, algumas até mais jovens, foram menos inteligentes a lidar com a chantagem. Como é costume no comportamento dos pedófilos, também este, com família e residente na margem sul, terá guardado troféus filmados dos abusos.
Internet, telemóvel e teletexto
A coragem de Diana foi festejada pela família e elogiada pela polícia. Não é para menos. Quando os casos chegam às autoridades - e todos admitem que a maioria das vítimas não se queixa - já os desaparecimentos, violações e agressões sexuais aconteceram.
Ainda esta semana a PJ de Coimbra divulgou o caso de uma jovem de 19 anos, violada por um homem de 33, depois de o conhecer num /chat/.
Há a adolescente que foge de casa, pensando que vai juntar-se com um loiro de olhos azuis e tem à sua espera um adulto de outra raça e com uma deficiência física. Há a desportista de 13 anos que tem relações com os colegas mais velhos, nos balneários, e se suicida, depois de eles divulgarem as imagens na Internet. Há rapazes que pensam que combinaram encontro com uma rapariga e acabam violados por vários homens.
Em todos existe algum voluntarismo, gosto pelo perigo e, sobretudo, inexperiência. "Qualquer pessoa pode entrar num /chat/ e tentar seduzir quem está do outro lado. Os miúdos passam muita informação sobre eles próprios. É uma companhia virtual, que se interessa e lhes dá muita importância. Sentem-se à vontade para se expor, porque não são criticados", concluiu a psicóloga forense Catarina Ribeiro, 32 anos, depois ter ouvido o testemunho de cinco vítimas de abusos on-line do Norte do País.
Embora a Internet seja a novidade tecnológica mais associada ao perigo, também há registo de contactos iniciados por telemóvel e até pela televisão, através do teletexto.
"Olá. Gostava de te conhecer." Singelas mensagens como esta, enviadas por telemóvel, deram origem a três vítimas de agressões sexuais, duas em investigação na PJ do Porto e uma na de Lisboa. O sms é enviado ao acaso e qualquer um pode recebê-lo.
A maioria vê-o como um engano e apaga, mas alguns jovens entendem-no como uma forma divertida de conhecer pessoas novas.
Maria, 12 anos, respondeu. Poucos dias depois, já tinha dito o nome, a idade e em que escola andava.
Especialistas na arte de bem manipular, aos pedófilos bastam algumas semanas para conseguir que a curiosidade das adolescentes fique aguçada ao ponto de desejarem tanto o encontro como o agressor. Só que, ao contrário deste, não sabem ao que vão.
Maria esperava um rapaz pouco mais velho do que ela. "Vou ter contigo e damos uma volta de carro." Ela aceitou. Acabou violada num descampado, à beira-rio, por um homem com cerca de 40 anos.
"A imaturidade na antecipação do perigo, juntamente com a vontade de conhecer o desconhecido e de testar os limites são próprios da adolescência. A Internet é só um meio diferente de criar riscos. Há características coincidentes entre estas vítimas e as de abuso sexual em geral. São carentes, com baixa auto-estima e falta de supervisão", defende Catarina Ribeiro.

*Interessados em sexo*
David Finkelhor, 61 anos, autor do estudo /Predadores on-line e as suas vítimas/, e director do Centro de Investigação sobre Crimes Contra as Crianças da Universidade de New Hampshire, nos EUA, também evita a diabolização das novas tecnologias. "Só um pequeno número de adolescentes procura o risco on-line. Sem Internet, correriam riscos na mesma." Mas contraria a ideia de que os jovens desconhecem os perigos: "Em certos aspectos são ingénuos. Acreditam que eles gostam delas, que dará certo, que ninguém vai perceber. Mas não são ingénuos no sentido de desconhecerem o que pode acontecer na Internet. Sabem que as pessoas com quem falam estão interessadas em sexo."
Filipe Reis, 14 anos, admite que não consegue viver sem Internet. "Esteve avariada dois dias e parecia que me faltava o que comer", reconhece. Desde que sai da escola, pelas cinco da tarde, até às onze da noite, não faz mais nada. "Às vezes, nem janto." Trabalhos de casa? "Levanto-me um bocadinho mais cedo e faço-os a correr."
Mas nem este vício assumido lhe tolda o discernimento. "Não vou muito a /chats/. Nota-se que há lá pessoas com outras intenções. Quando começam a pedir dados pessoais e a ter conversas mais íntimas, desligo." O que não quer dizer que a Internet não sirva para arranjar namoradas: "São sempre amigas de amigos e confirmo se são giras antes de marcar um encontro", diz, como que a provar a tese de Finkelhor.

*Sempre on-line*
Ver televisão, "conversar" com cinco pessoas no messenger e, simultaneamente, "ouvir uma música", resume o tempo livre de Camila, 13 anos, colega de Filipe. Ao cinema diz que não, meter conversa pessoalmente parece uma missão impossível. "On-line nem coro", reconhece. Fora da Internet, seria muito mais difícil fazer amigos.
Já Catarina, 14 anos, também não dispensa o Hi5, mas o seu forte são as mensagens. Tem um pacote com 1 500 sms gratuitos por semana. E usa-os todos.
Nenhum destes alunos do Colégio S. Miguel, em Fátima, foi vítima de abusos sexuais. Nem associavam a Internet a perigo até umas colegas mais velhas terem apresentado à escola o seu trabalho sobre predadores on-line/ (ver caixa)/.
Nesse dia, o auditório encheu-se. Tal como se esgotam os lugares em todas as sessões dadas por Tito Morais, um pai de 46 anos que criou o Projecto Miúdos Seguros, na Net. "Há muitos pais e professores
infoexcluídos. Quando vêm com a história de que não percebem de computadores digo logo que isso não tem nada a ver. É um problema de crescimento. Os filhos dominam a parte tecnológica, não a experiência de vida."

*A leveza virtual*
Se é verdade que milhões de jovens usam a Net e só um pequeno número se expõe ao perigo, não é menos certo que os pedófilos passaram a ter autênticos catálogos por onde escolher.
E nada mais fácil do que prová-lo. José Félix Duque, 33 anos, assessor técnico da direcção da Associação de Apoio à Vítima (APAV), ficcionou perfis de jovens adolescentes na Internet e recebeu dezenas de contactos, chegando mesmo a marcar encontros com vários adultos. "Quando insistia que era muito nova, diziam sempre que era a primeira vez, que só ia acontecer porque era especial."
Tal como a polícia, também José Félix Duque concluiu que há novos, velhos, casados, solteiros, com filhos, sem filhos, quadros superiores ou semianalfabetos entre os predadores.
Além do gosto pelo poder sobre alguém inexperiente, têm em comum o desvio sexual. "Perguntavam muito como era a roupa interior. Para ganharem a confiança delas, vão-se expondo. Na primeira foto, aparecem de óculos de sol, depois tiram os óculos e, passados uns dias, já estão a masturbar-se para a webcam."
A experiência, usada na elaboração do manual de procedimentos para atendimento a crianças vítimas de violência sexual, deixou-lhe uma certeza: "A pessoa, na Internet, perde valor. Tudo é fictício. Tudo se torna insustentavelmente leve."
A história de Sérgio, 15 anos, prova que nem só do sexo feminino se fazem as vítimas de abuso sexual. De resto, os detalhes são os do costume. Adolescente e adulto conhecem-se no Hi5, mantêm contactos no messenger. O encontro com Manuel, 30 anos mais velho, é marcado de livre vontade.
Como muitos adolescentes do sexo masculino, a fase era de dúvidas. O apartamento de Manuel, na Madeira, vinha a calhar. Mais privado era impossível. Será?
Para Sérgio, era experiência tida, experiência acabada. Mas Manuel não estava pelos ajustes. Começou a chantagem. Ou continuavam a encontrar-se ou divulgava as imagens gravadas enquanto tinham relações sexuais. Manuel acabaria por ser acusado e condenado a quatro anos de prisão com pena suspensa, por violação.

*Mais computadores, mais vítimas*
Os telemóveis já são pequenos computadores e, segundo a Marktest, estão na mão de quase 90% dos jovens entre 10 e 14 anos.
Para uma geração que considera o /mail/ uma ferramenta demasiado lenta, nem vale a pena pensar em proibir o uso da Internet. Há sempre a casa de um amigo, um cibercafé ou - pior ainda - alguém que compra os miúdos com carregamentos de telemóvel.
Por isso, com ou sem conhecimentos de informática, convém falar com os filhos, quando chega a idade, cada vez mais precoce, de entrar no maravilhoso mundo das tecnologias, defende Manuel Coutinho,
46 anos, coordenador do SOS Criança. "Se não lhes damos um carro sem terem a carta de condução, também não devemos entregar-lhes um computador com Internet, sem lhes dar informações. São precisas vacinas para as tecnologias. Ensinar os miúdos a protegerem-se."
O que, receia a polícia, não está a acontecer: "Sete por cento dos abusos sexuais tem origem em crimes informáticos. E o número tenderá a aumentar, porque as novas tecnologias estão cada vez mais presentes", afirma Jorge Duque, 47 anos, inspector-chefe da secção de investigação de crimes de alta tecnologia da PJ.
No Porto, o ano passado já foi de /boom/. "Até aqui quase não tínhamos casos. Em 2008, chegou-nos uma dezena. A continuar assim, vamos precisar de formação para a equipa toda. Os abusadores descobriram um atalho. Conseguem entrar em casa, sem abrir a porta. E com a entrega de computadores nas escolas, aos 10 anos os miúdos já têm Internet só para eles. Estamos à espera de um aumento de casos", admite a inspectora-chefe da brigada dos crimes sexuais da PJ do Porto, Ana Fernandes, 48 anos.
Mesmo que a pedofilia não aumente na razão do número de computadores por criança, este tipo de abusos tem consequências que nem os especialistas estão preparados para enfrentar. "Uma vítima disse-me que é mais difícil ultrapassar a ideia de que a foto fica lá para sempre do que o facto de ter sido violada", recorda Jorge Duque, para quem há ainda outras preocupações. "A Internet gera dinheiro. A clientela é global. Há toda uma máquina: angariação, produção, disponibilização. Isto não tem fronteiras."
Ninguém corre riscos só por estar na Internet. Pois não. E tirar o privado do contexto do privado acontece tanto a jovens como a adultos. Mas, para os adolescentes, pode ser a diferença entre o início de uma vida sexual feliz ou traumática. Ou mesmo entre a vida e a morte.

/NR: Os nomes das vítimas e dos abusadores foram alterados para protecção dos menores.

(Artigo da revista Visão que merece a máxima divulgação possível)

quarta-feira, julho 07, 2010

Para reflectir...

Existem cinco estágios numa carreira profissional de sucesso:
O primeiro estágio é aquele em que o funcionário precisa de usar crachá, porque quase ninguém na empresa sabe o nome dele.
No segundo estágio, o funcionário começa a ficar conhecido dentro da empresa e o seu sobrenome passa a ser o nome do departamento em que trabalha. Por exemplo, Heitor da Contabilidade..
No terceiro estágio, o funcionário passa a ser conhecido fora da empresa e o nome da empresa transforma-se em sobrenome: Heitor do Banco Tal.
No quarto estágio, é acrescentado um título hierárquico ao nome dele: Heitor, Director do Banco Tal.
Finalmente, no quinto estágio, vem a distinção definitiva. Pessoas que mal conhecem o Heitor passam referir-se a ele como 'o meu amigo Heitor, Director do Banco Tal'.
Esse é o momento em que uma pessoa se torna, mesmo contra a sua vontade, um 'amigo profissional'.
Existem algumas diferenças entre um amigo que é amigo e um amigo profissional.
Amigos que são amigos trocam sentimentos. Amigos profissionais trocam cartões de visita.
Uma amizade dura para sempre. Uma amizade profissional é uma relação de curto prazo e dura apenas enquanto um for útil ao outro.
Os amigos de verdade perguntam se podem ajudar. Os amigos profissionais solicitam favores.
Os amigos de verdade estão no coração. Os amigos profissionais estão num ficheiro.
É bom ter uma resma de amigos profissionais. É a isso que, hoje, chamamos networking, um círculo de relacionamentos puramente profissional. Mas é bom não confundir uma coisa com a outra. Amigos profissionais são necessários. Amigos de verdade, indispensáveis.
Algum dia - e esse dia chega rápido... - os únicos amigos com quem poderemos contar serão aqueles poucos que fizemos, quando a amizade era coisa de amadores e não de profissionais.


Até logo, vizinhos. Vou pra dentro.

quarta-feira, junho 30, 2010

Sou meio espanhol

Pela lógica devia estar meio-fodido.
Mas nestas coisas a lógica não conta, apenas a alma, e a minha é 100%  portuguesa.
Cabrão do árbitro. Porra.
Perder custa, mas não custa tanto quando perdemos justamente.
Assim dói mais. Assim revolta.

E ainda assim, deu-me clara impressão de estar bem mais adiantado que isto.

sexta-feira, junho 18, 2010

Lionel Messi - Uma lição de vida




Nem Cruijff nem Ronaldinho. E nem Maradona. Para os adeptos do Barça a oitava maravilha é Messi. Eis uma história, uma lição de vida, que encanta Camp Nou.



É uma desforra bem pessoal, a história do menino austista aos 8 anos, anão aos 13, que via o mundo a 1,10 metros do solo. É esse mesmo, Lionel Messi, que botou corpo à base de tratamentos hormonais e que, 59 centímetros depois, encanta o mundo do futebol, naquele jeito singularíssimo de conduzir a bola colada ao genial pé esquerdo, como se o couro redondo fosse um mano siamês, uma mera extensão corporal, um órgão vital, inseparável. E Barcelona rende-se ao talento de "La Pulga". E os adversários caem aos pés de um talento puro e raro.
E por muito talento que tivesse para jogar à bola, estaria o rapaz consciente do destino glorioso que lhe estava reservado?
O miúdo de 16 anos que vestiu pela primeira vez a camisola da equipa principal do Barcelona num jogo com o F. C. Porto, a 16 de Novembro de 2003, na inauguração do Estádio do Dragão, o Lionel Messi que agora caminha sobre a água, é ainda o mesmo menino que sobrevoou o Atlântico, em 2000, para se curar de uma patologia hormonal. Lá na Argentina, na Rosário natal, os prognósticos médicos eram arrasadores: sem tratamento eficaz contra o nanismo, Lionel chegaria à idade adulta com 1,50 metros, no máximo.
Os diagnósticos alarmaram os Messi. E o custo dos curativos também: mil euros mensais, ou seja, quatro meses de rendimentos da família de La Heras, um bairro pobre de Rosário. Mas o pai de Lionel não se resignou. Sabia que o filho, pequeno no corpo, era gigante no talento. E não aceitou a fatalidade. Nessa altura, o prodígio de dez anos despontava no Newells Boys, fintando meninos com o dobro do tamanho e marcando golos atrás de golos. O pai sugeriu ao clube que pagasse os tratamentos de Lionel. A resposta foi negativa. E o mesmo sucedeu quando os Messi foram bater à porta do grande River Plate.
Na adversidade, a família Messi teve mais força, com a ajuda de uma tia de Lionel, emigrada na Catalunha. E foi assim, em 2000, ainda antes de completar 13 anos, que Lionel e os pais viajaram até Lérida. Dias depois, o pequeno prodígio foi fazer testes ao Barcelona... E com a bola quase a dar-lhe pelos joelhos, aquela habilidade enorme logo maravilhou os treinadores do Barça.
Carles Rexach, director do centro de formação do Barcelona, ficou maravilhado com o prodigiozinho argentino. Ao cabo de dois treinos, não hesitou e logo tratou de arranjar contrato. E ficou espantado com a proposta do pai do craque: o Barça só tinha de lhe pagar os tratamentos que os médicos argentinos sugeriam. Foi dito e feito.
Durante 42 meses, Lionel levou, todos os dias, injecções de somatropina, hormona de crescimento inscrita na tabela de produtos proibidos pela Agência Mundial Antidopagem e só autorizada para fins terapêuticos. Em 2003, a milagrosa hormona fizera de Lionel o que ele é hoje, um rapagão de... 1,69 metros!
No Verão de 2004, acabadinho de fazer 17 anos, e já com contrato profissional, entrou para a equipa B do Barça. Mas fez só cinco jogos, porque aquele enorme talento não cabia no "Miniestadi". Reclamava palcos maiores. E rapidamente começou a jogar no Camp Nou, na equipa principal. A 16 de Outubro de 2004, o prodígio fez a grande estreia na liga espanhola, num dérbi com o Espanhol. A 1 de Maio de 2005 entrou para a história do Barça: marcou ao Albacete e tornou-se no mais jovem jogador a marcar um golo pelo Barcelona. Aos 17 anos, dez meses e sete dias, começou a lenda.
Cinco anos depois, Messi teve a consagração absoluta. Foi eleito Melhor Jogador do Mundo de 2009, após uma época de sonho, concluída com um feito inédito do Barça "de las seis copas": campeão de Espanha, da Taça do Rei, da Supertaça Espanhola, da Supertça Europeia, da Liga dos Campeões, do Mundial de Clubes. Ufff!!!
O craque que o Barça contratou pelo custo da terapia de crescimento é, hoje, a maior jóia do futebol mundial, segurada por uma cláusula de rescisão de... 250 milhões de euros!!! E é, também, o mais bem pago de todos: o menino pobre do bairro de la Heras é, agora, multimilionário, vencendo qualquer coisa como... 33 milhões de euros anuais em salários e publicidade. Nem em contos...
Lionel Andrés Messi
22 anos (24/06/1987)
Nacionalidade: Argentina
Palmarés: campeão espanha (2005, 2006, 2009), taça do rei (2009); supertaça espanha (2005, 2006, 2009); liga dos campeões (2006, 2009); supertaça europeia (2009); mundial de clubes (2009).

(Recebido por mail)

Até logo, vizinhos. Vou pra dentro.

terça-feira, outubro 13, 2009

Briga de casal...



A minha esposa e eu estávamos numa reunião de antigos alunos e eu olhava atentamente uma  mulher visivelmente embriagada, bebendo mais um copo, sozinha numa mesa próxima.
A minha esposa perguntou: "Conheces?" 
"Sim", disse eu. "Ela é uma ex-namorada minha. Começou a beber após a nossa separação, há muitos anos, e nunca mais ficou sóbria."
"Meu Deus!", respondeu a minha esposa, "Nunca pensei que fosse possível alguém comemorar algo por tanto tempo?"

 
(ok, reconheço que a piada foi genial, mas há quase uma semana que ela faz aquele sorriso idiota sempre que me olha!)
 

segunda-feira, outubro 12, 2009

Briga de casal...


Ela estava no quarto, nua em frente ao espelho, olhando-se e comentando em tom amargurado
- Hoje sinto-me mal, acho-me gorda, velha, feia...  Amor, preciso de um elogio teu!
Eu desviei os olhos da televisão, olhei-a de alto a baixo e disse
- A tua vista está excelente!

(três semanas no sofá parece-me um exagero só por uma piadinha jocosa...)

domingo, outubro 11, 2009

Briga de casal...

Mais uma discussão brava.

Cheguei da consulta e ela veio logo perguntar "Então, o que te disse o médico?"
- Disse que não podemos continuar a fazer amor!...
- Ohhh... Mas porquê?
- Porque tenho que deixar de comer gorduras...

(consegui evitar um prato que passou rente à minha cabeça, e fechei a porta a tempo de ouvir um copo partir-se contra ela...)

quarta-feira, julho 15, 2009

Diferenças entre a Gripe Comum e a Gripe A

sexta-feira, junho 26, 2009

Inevitavelmente... o tema é Michael Jackson !

Como acontece sempre nas grandes tragédias, também a morte do Rei da Pop está já a gerar uma avalanche de piadas.
A minha opinião é a de que se devem entender estas piadas como manifestações de carinho, no fundo pequenas homenagens humorísticas como forma de alívio perante a sensação de perda de algo que nos é querido.
Explicado isto... let's dance !

Estas são do Vizinho:

Michael Jackson morreu, e pior que a tristeza dos fans é o dilema de saberem se devem fazer o luto de preto ou de branco !

A morte de MJ levanta sérias dificuldades aos humoristas que costumam fazer... humor negro!...

quarta-feira, abril 15, 2009

Turismo Rural é que está a dar !


Se há um negócio rentável actualmente é o do turismo rural.
Trata-se de um desporto nacional que antes se chamava "ir à terra."
A diferença é que, se fores para a tua terra natal é gratuito, e se o fizeres para uma terra que não é a tua pagas como se fosses para as Caraíbas!
Para fazer turismo rural não serve qualquer aldeia. Tem que ser uma aldeia “típica”.
E o que é uma uma aldeia “típica”?
Uma aldeia típica é uma aldeia que aparece num Guia de Aldeias Típicas!
Óbvio, não achas !?

O acesso a uma aldeia típica faz-se normalmente por uma estrada típica, que é uma estrada com muitos buracos e curvas de forma que, quando chegas à aldeia tudo o que mais desejas é não ter que voltar a usá-la. Primeira evidencia do uso do Marketing!
A primeira coisa que fazes é entrar na tasca e tentar confraternizar com o “povo típico”.
- Bons dias, amigos! O que é típico aqui?
E o dono da tasca pensa: "Bem aqui, o típico é que venham totós da cidade pagar mil euros por um fim de semana!”

O passo seguinte é alojar-se numa casa rural, ou seja, uma casa típica, que é uma casa velha com paredes adornadas com velharias, e que não tem televisão, nem rádio, nem microondas. Mas tem montes de moscas, melgas e mosquitos que à noite, fazem mais barulho do que uma Zundapp a escape livre.
Então apercebes-te que muitas das pessoas da aldeia ivem em casas que não são nada típicas. Mas têm piscina, jacuzzi, parabólica, internet e portão automático.
A tua casa é típica, não tem portão automático, mas tem uma chave típica, enorme, que pesa mais que o Jô Soares.
Outra vantagem do turismo rural é que podes escolher entre alugar uma casa vazia ou viver com os proprietários. Esta última opção é verdadeiramente agradável.
Vais de férias e além da tua família ainda tens que aturar outra que nem conheces.
Quando chega a noite tu queres ver o futebol, o dono da casa quer ver a novela, e surge dúvida:
- "Quem manda mais, eu que paguei os mil euros ou este homem que mora aqui?
E ganha ele… porque tem a espingarda.

Vais também descobrir que podes participar nos trabalhos do campo.
O que significa simplesmente que te acordam às cinco da manhã para ires ordenhar uma vaca. Achas isso bem?? É como ires a uma estação de serviço e teres que ser tu a meter a gasolina, ou como ires a um McDonalds e teres que ir buscar a comida e no fim despejar o lixo… ou seja, é o costume! E pronto, levantas-te às cinco para ordenhar as vacas. E penso eu: Porque cargas d'água tem que ser tão cedo? Às nove o leite ainda continua lá, porra !
Há alguma lei que diga que as vacas não podem ser ordenhadas depois do pequeno-almoço? Penso que é incomodar por incomodar, porque para a vaca deve ser traumatizante que a acordem às cinco da manhã para que um estranho lhe apalpe as mamas. Ela deve pensar: "Ó estúpido, se queres leite vai ao frigorífico e deixa de ser tótó!"

Mas o realmente "típico" são as "actividades ao ar livre".
Como por exemplo quando vais fazer “caminhadas”. Ou seja... andar. Portanto, ir colocando um pé á frente do outro até não aguentares mais. Isto enquanto os “típicos” habitantes da aldeia passam por ti sorridentes num todo-o-terreno com ar condicionado e música rap.
Mas tu estás feliz. Percorres o campo como se estivesses no paraíso. Tudo te parece lindo e bucólico e até ao veres uma bosta de vaca irás exclamar:
- Humm que cheirinho típico de aldeia!
De aldeia? Uma aldeia não cheira a merda!
Ah, mas atenção, aqui cheira a merda típica…

Depois achas divinal uma refeição constituída por um pedaço de pão e chouriço.
Não poupas nos elogios:
- Em Lisboa, não se come pãozinho deste! Em Lisboa não se come chouriço deste! Em Lisboa não se bebe coca-cola desta!...
E perguntas ao empregado:
- Este chouriço é caseiro, não é?
- Sim, sim… foi feito dentro de casa! (...na fábrica!)

De repente ouves um sino a dar as horas e ficas extasiado:
- Ah!!! Que maravilha! Não há nada como o toque de um sino típico de aldeia!...
E alguém te responde: É gravado!
Nesse momento começas a questionar se os sons de passarinhos e grilos que tens ouvido não serão de um CD “Rural Mix 2008 - Os 101 maiores hits rurais”...
Mas de uma coisa tens a certeza, as melgas são verdadeiras. Ao fim da primeira noite já parece que tens varicela, com tanta borbulha!

Eu estou convencido de que, de segunda a sexta, as pessoas vivem nestas aldeias como todos nós, mas ao fim de semana colocam vigilantes na estrada, vestidos como pastores, e quando vêem um carro aproximar-se, avisam a aldeia através do telemóvel.
Então rapidamente substituem a placa a dizer “videoclube” pela que diz “artesanato”, metem lá um fulano a fazer sandálias de couro (que vende mais caras do que uns ténis Nike topo de gama) largam uns cães coxos nas ruas, e colocam uns quantos velhos no largo da aldeia a jogar dominó.

De qualquer forma, eu acho que uma encenação tão grandiosa não é feita sem colaboração das autoridades. Tenho a certeza que o presidente da junta dirige o show.
- Queridos conterrâneos: este Verão, para aumentar o turismo, vamos importar mais mosquitos da Amazónia, que no ano passado foram um sucesso. E quero-vos todos a usar boina, nada de bonés da Adidas. E não se esqueçam de andar com barba de três dias e roupas velhas. As velhotas do lar da terceira idade não devem ir fazer topless para a praia fluvial porque espantam os mosquitos. Ah, e não é necessário que ninguém faça o papel de “maluco” da aldeia… deixem isso para os totós do turismo rural !

Até logo, vizinhos.
Vou pra dentro.

sexta-feira, julho 27, 2007

Diário de uma adolescente

Quinta-feira
Querido diário, hoje eu e o meu namorado estávamos no jardim.
Começamo-nos a beijar e acariciar e, de repente, ele fez uma proposta indecente.
Então, saí correndo e percebi que as minhas pernas são minhas melhores amigas.
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Sexta-feira
Querido diário, hoje eu e o meu namorado estávamos no cinema.
Começamo-nos a beijar e acariciar e, de repente, ele fez uma proposta indecente.
Então, saí correndo e percebi que as minhas pernas são REALMENTE minhas melhores amigas.
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Sábado
Querido diário, hoje eu e o meu namorado estávamos no seu apartamento.
Ele colocou um som, bebemos vinho, dançamos e começamo-nos a beijar e acariciar e, de repente, ele fez uma proposta indecente.
Então, percebi que até as melhores amigas um dia se separam.
É a vida.

quarta-feira, julho 25, 2007

São maus na cama...

Resultado de uma pesquisa para descobrir o que fazem os homens e mulheres serem ruins de cama.

Homens

Os que transam de óculos ou de meias.

Os que acendem o cigarro e perguntam: "Foi bom pra você?"

Os que gostam de transar no estilo família: sempre papai e mamãe.

Os que terminam e dizem: "Tô com fome, quero comer alguma coisa!" sendo que nem você foi comida direito!

Os que acham que a mulher não chega ao orgasmo por sua própria culpa e não por incompetência deles!

Os que pulam as preliminares

Os que trocam seu nome

Mulheres

As que, no meio da transa, perguntam se estão gordas, se estão muito magras, se os peitos são muito pequenos...

As que tem nojo de sexo oral.

As que, no meio de uma transa selvagem, perguntam o quanto você a ama.

As que ficam dizendo: "Põem tudo! Põem tudo!", quando só falta você enfiar as bolas também.

As que abrem sua calça e, ao verem seu equipamento já em ponto de bala, perguntam porque ele AINDA não está grande.

As que transam no estilo múmia: sempre imóveis e caladas.

As que trocam o seu nome pelo do padeiro, leiteiro, açougueiro, carteiro.

terça-feira, julho 10, 2007

Coisas de informáticos...

Diálogo entre um Utilizador de computador e o Técnico da firma que lhe vendeu a máquina:
Técnico: Suporte Técnico às suas ordens. No que posso ajuda-lo?
Utilizador: Está a sair uma fumaça de trás do computador.
Técnico: Provavelmente sua fonte queimou. Vai precisar trocá-la.
Utilizador: Nada disso. Só preciso mudar uns ficheiros de configuração.
Técnico: Se há uma fumaça saindo da fonte, é a fonte que está queimada. Será necessário trocar a fonte.
Utilizador: Não senhor. Disseram-me que só é preciso trocar a configuração do sistema para resolver este problema. Só quero saber qual é o comando.
Depois de dez minutos, apesar dos esforços do Técnico para explicar o problema e a solução, o cliente insiste em ter razão e exigir que lhe seja dado o comando que vai resolver o problema. O cliente tendo sempre
razão, só resta ao Técnico um meio de agir:
Técnico: Mil desculpas... o senhor tem razão. Nos não costumamos informar este procedimento aos nosso clientes, mas existe um comando DOS não documentado que resolve este problema.
Utilizador: Eu sabia!
Técnico: Acrescente a linha "DEVICE=C:\DOS\NOSMOKE.SYS" no fim do seu ficheiro CONFIG.SYS. Depois faça um ReBoot e tudo irá funcionar.
Ligue de novo se tiver algum problema.
Uns dez minutos depois o cliente volta a ligar.
Utilizador: Não funcionou. Ainda sai fumaça da fonte...
Técnico: Mas que versão de DOS é que o senhor está a usar?
Utilizador: MS-DOS 6.22
Técnico: Cá está o problema! Essa versão do DOS não vem com o
NOSMOKE. Ligue para a Microsoft e peça para lhe enviarem uma actualização.
Cerca de uma hora depois, o cliente liga novamente.
Utilizador: Preciso de uma nova fonte...
Técnico: Muito bem. Posso levá-la aí hoje mesmo.
Mas diga-me: como chegou a essa conclusão?
Utilizador: Eu liguei para a Microsoft e repeti o que lhe disse.
Depois de uma longa discussão, ele pediu-me a marca e o modelo do meu computador.
Técnico: E o que foi que ele disse?
Utilizador: Ele disse que minha fonte não e compatível com o NOSMOKE...


segunda-feira, julho 09, 2007

Férias!

Com o aproximar das férias ando cada vem mais apreensivo.
É que, regra geral, no regresso encontro... algum trabalho acumulado.
DASSSEEEE !!!!

sexta-feira, junho 22, 2007

Comportamento do homem na casa da namorada




Primeiro mês:
Não se senta, não toma café, tudo está bom, sempre diz por favor e obrigado
Segundo mês:
Senta-se (pouco à vontade), toma café mas não come bolo, faz carinhos no cachorro, tudo está óptimo
Terceiro mês:
Almoça na casa da namorada, toma wisky com o sogro, abre o frigorífico sem pedir e repara nas coxas da cunhada
Quarto mês:
Põe o pé na mesa da sala, vai ao wc (de porta fechada), já arrota na frente da namorada e dá palpites
Quinto mês:
Entra sem ser convidado, serve-se sozinho na hora das refeições, limpa a boca na toalha da mesa e come a namorada no sofá da sala
Sexto mês:
Almoça e janta, pede o carro emprestado ao sogro, peida-se no sofá sem nenhum constrangimento, mostra os dentes cariados à sogra
Sétimo mês:
Dorme com a namorada nos fins de semana. Na hora do jantar levanta-se, ajeita as cuecas no cú com o dedo e continua a comer
Oitavo mês:
Reclama com a sogra, mija com a porta do wc aberta, apalpa a bunda da cunhada
Nono mês:
Caga e não descarrega o autoclismo, come a namorada na cama da sogra e dá pontapés no cachorro
Décimo mês:
Passa mais tempo na casa da sogra do que na sua, trata a namorada como empregada e pede dinheiro emprestado ao sogro
Décimo primeiro mês:
Grita com todos na casa, ofende a sogra, espanca o cunhado mais novo e come a cunhada
Décimo segundo mês:
Acaba com o namoro, pois não suporta aquela família sem educação

sexta-feira, maio 25, 2007

Tae Kuondo ou Tao Kui Do, ou o raio que os parta...

Há dias encontrei no café um fulano enorme, tipo segurança do segurança do Chuck Norris, que é maluco por artes marciais e cinturão negro de tudo e mais alguma coisa, até mesmo daquelas "artes" com nomes estranhíssimos em chinês e japonês.
Já nos temos encontrado outras vezes por aí mas desta vez cumprimentou-me.
- Boa noite.
E eu, obviamente, respondi-lhe.
- Ah sim, claro que sim, senhor, está uma noite muito boa, sim! Tem toda a razão! É verdade sim senhor! Ah pois é... uma noite boa.
O karateca, percebendo algum nervosísmo da minha parte, franziu o sobrolho enquanto dizia:
- Você parece nervoso, há algum problema?
- Nããããã... nenhum problema, senhor, nada de nada, ZERO problemas! Népias de problemas.
- Ok. Mas você tem um ar nervoso.
- Sim, sim. Tenho pois. Claro que tenho. Toda a gente diz isso. Tem toda a razão. Eu sou assim, sempre nervoso.
Já visívelmente incomodado o homem decidiu mudar de conversa.
- Então e o Benfica, hã? Vai levar uma cabazada do Sporting, não acha?
- Eu?!... Sim, sim... acho, acho, claro que acho, uma cabazada, sem dúvida, um verdadeiro massacre!
- Acha mesmo?! Eu estava a brincar, sou benfiquista e acho que o benfica vai dar dois ou três so Sporting, no mínimo!
- Ah... pois... sim... eu também acho. Estava a brincar... também... eu gosto do benfica... o benfica é que dá a cabazada... sim... ah pois é! Até logo.
E saí à pressa sem sequer terminar o café.
Mas foi só para não ter que me chatear com ele... é que eu quando me chateio... ui ui !!!

domingo, maio 06, 2007

ARTE A METRO ....




Numa experiência inédita, Joshua Bell, um dos mais famosos violinistas do Mundo, tocou incógnito durante 45 minutos, numa estação de metro de Washington, de manhã, em hora de ponta, despertando pouca ou nenhuma atenção. A provocatória iniciativa foi da responsabilidade do jornal "Washington Post", que pretendeu lançar um debate sobre arte, beleza e contextos. Ninguém reparou também que o violinista tocava com um Stradivarius de 1713 - que vale 3,5 milhões de dólares.

Três dias antes, Bell tinha tocado no Symphony Hall de Boston, onde os melhores lugares custam 100 dólares, mas na estação de metro foi ostensivamente ignorado pela maioria.

A excepção foram as crianças, que, inevitavelmente, e perante a oposição do pai ou da mãe, queriam parar para escutar Bell, algo que, diz o jornal, indicará que todos nascemos com poesia e esta é depois, lentamente, sufocada dentro de todos nós.

"Foi estranho ser ignorado"

Bell, que é uma espécie de 'sex symbol' da clássica, vestido de jeans, t-shirt e boné de basebol, interpretou "Chaconne", de Bach, que é, na sua opinião, "uma das maiores peças musicais de sempre, mas também um dos grandes sucessos da história". Executou ainda "Ave Maria", de Schubert, e "Estrellita", de Manuel Ponce - mas a indiferença foi quase total.

Esse facto, aparentemente, não impressionou os utentes do metro. "Foi uma sensação muito estranha ver que as pessoas me ignoravam", disse Bell, habituado ao aplauso. "Num concerto, fico irritado se alguém tosse ou se um telemóvel toca. Mas no metro as minhas expectativas diminuíram. Fiquei agradecido pelo mínimo reconhecimento, mesmo um simples olhar", acrescentou.

O sucedido motiva o debate foi este um caso de "pérolas a porcos"? É a beleza um facto objectivo que se pode medir ou tão-só uma opinião? Mark Leitahuse, director da Galeria Nacional de Arte, não se surpreende: "A arte tem de estar em contexto". E dá um exemplo: "Se tirarmos uma pintura famosa de um museu e a colocarmos num restaurante, ninguém a notará".

Para outros, como o escritor John Lane, a experiência indica a "perda da capacidade de se apreciar a beleza". O escritor disse ao "Washington Post" que isto não significa que "as pessoas não tenham a capacidade de compreender a beleza, mas sim que ela deixou de ser relevante".


Recebido por e-mail

Postado por: Carlos C

Até logo, vizinhos.
Vou pra dentro.

quinta-feira, maio 03, 2007

Muito bom! Só lendo.

Casamos novos. Ela com 19 e eu com 20 anos de idade. Lua-de-mel, viagens,
mobílias na casa alugada, prestações da casa própria e o primeiro bebê.
Anos oitenta e a moda era ter uma filmadora do Paraguai. Sempre tinha um vizinho ou amigo contrabandista disposto a trazer aquela muambazinha por um preço módico.
Ela tinha vergonha, mas eu desejava eternizar aquele momento. Invadi a sala de parto com a câmera no ombro e chorei enquanto filmava o parto do meu primeiro filho. Todo mundo que chegava lá em casa era obrigado a assistir ao filme. Perdi a conta das cópias que fiz do parto e distribuí entre amigos, parentes e parentes dos amigos. Meu filho e minha esposa eram o meu orgulho. Três anos depois, novo parto, nova filmagem, nova crise de choro. Como ela categoricamente disse que não queria que eu filmasse, invadi a sala de parto mais uma vez com a câmera ao ombro. As pessoas que me conhecem sabem que havia apenas amor de pai e marido naquele ato. O fato de fazer diversas cópias da fita era apenas uma demonstração de meu orgulho.
Nada que se comparasse ao fato de ela, essa semana, invadir a sala do meu urologista, câmera ao ombro, filmando o meu exame de próstata.
Eu lá, com as pernas naquelas malditas perneiras, o cara com um dedo (ele jura que era só um!) quase na minha garganta e a mulher gritando:
- Ah! Doutor! Que maravilha! Vou fazer duas mil cópias dessa fita! Semana que vem estou enviando uma para o senhor!
Meus olhos saindo da órbita a fuzilaram, mas a dor era tanta que não conseguia falar.
O miserável do médico girou o dedo e eu vi o teto a dois centímetros do meu nariz.
A mulher continuou a gritar, como um diretor de cinema:
- Isso, doutor! Agora gire de novo, mais devagar. Vou dar um close agora...
Alcancei um sapato no chão e joguei na maldita. Agora, estou escrevendo este e-mail, pedindo aos amigos que receberem uma cópia do filme, que o enviem de volta para mim.
Eu pago o reembolso.

Autor:Luiz Fernando Veríssimo

Até logo, vizinhos.
Vou pra dentro.

segunda-feira, abril 09, 2007

Vingança...